quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Gengivite pode levar a perda de dentes e comprometer a saúde geral do organismo

Inflamação na gengiva é decorrente de maus cuidados com a higiene bucal, alerta o cirurgião dentista bucomaxilofacial, Dr. José Flávio Torezan
As doenças da boca vão muito além de cáries e aftas, merecem atenção e o mesmo cuidado que problemas em outras áreas do corpo. Saúde bucal é sinônimo de organismo saudável, com sorriso bonito e bom funcionamento, por isso é necessário fazer a limpeza dos dentes e de toda cavidade da boca de maneira contínua, incluindo alimentação e outras práticas ideais, evitar o consumo de açúcar e não fumar são medidas essenciais para prevenir complicações.

A gengivite é a inflamação que consiste no acúmulo de placa bacteriana na região da gengiva. O resíduo acumulado se forma principalmente pela falta de escovação e uso de fio dental, é o tártaro produzido pelos resíduos de alimentos que se fixaram nos dentes. Pode infeccionar não apenas a gengiva e a região ao redor dos dentes, mas também atingir o tecido e o osso que suporta eles, levando a perda dentária.
Isso ocorre a partir do momento que a infamação progrediu, evoluindo para a periodontite.

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AUTOMEDICAÇÃO E AUTOCUIDADO: ENTENDA A DIFERENÇA E COMO ESSAS PRÁTICAS INTERFEREM NA SUA SAÚDE

Tomar decisões sobre a própria saúde é um direito do cidadão assegurado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e envolve questões fundamentais, como higiene pessoal, nutrição, prática de atividades físicas, condições de moradia e hábitos sociais, além do uso consciente de medicamentos. Tomar remédio por conta própria, porém, deve ser uma prática responsável pautada em orientação e educação, para que o indivíduo conheça o próprio organismo e faça escolhas de forma eficaz e segura. Para isso, é preciso entender que nem todos os medicamentos disponíveis na farmácia podem ser tomados sem receita e da mesma maneira.

Medicamentos com tarja preta e vermelha, e alguns genéricos e similares necessitam de receita médica para serem comercializados e ingeridos. Se usados sem a indicação correta de um médico quanto à aplicação e posologia, podem expor o paciente a uma infinidade de efeitos adversos, que podem mascarar uma doença ou até mesmo agravá-la, além de causar intoxicação, que pode levar à morte. A automedicação diz respeito justamente ao ato de tomar medicamentos que exigem prescrição, ou seja, tarjados, de forma indiscriminada, errada e perigosa.

Já o termo autocuidado está diretamente ligado a um tratamento multidisciplinar adotado para manter a saúde e prevenir doenças, e envolve o uso consciente dos medicamentos isentos de prescrição, os MIPs, aqueles que não precisam de receita para serem comprados – conhecidos mundialmente como OTC. Esses medicamentos são parte essencial da saúde porque permitem que os indivíduos possam fazer uso de tratamentos com segurança, qualidade e eficácia comprovadas, para tratar sintomas e males menores já diagnosticados ou conhecidos, como dores de cabeça, resfriados e má digestão, ou como ferramenta essencial de prevenção, como é o caso de vitaminas e antioxidantes. Ainda assim, são, muitas vezes e erroneamente, relacionados ao uso indiscriminado e à automedicação.

“O termo automedicação é utilizado no Brasil de uma forma diferente do resto do mundo. Aqui o termo é confundido com a autoprescrição, que é a prática (incorreta) de comprar e utilizar remédios tarjados sem a receita/prescrição de um médico. Por isso, definimos a utilização responsável dos MIPs como sendo uma prática de autocuidado, que está alinhada com a classificação da OMS”, explica Jonas Marques, presidente da ABIMIP (Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição).

Para ser considerado MIP, o medicamento deve ter um alto perfil de eficácia e segurança, com características como reações adversas com causalidades conhecidas e reversíveis após a sua suspensão, baixo potencial de interações (medicamentosa e alimentar), período curto de utilização, facilidade de uso pelo paciente e baixo potencial de toxicidade e risco (mau uso/abuso/intoxicação). Por esses motivos, não existem registros de uso de MIPs por impulso. O consumidor os usa somente quando apresenta algum sintoma ou problema. Para que seu uso seja seguro e consciente, sempre que o consumidor optar por usar medicamentos isentos de prescrição, deve seguir as orientações da bula e rotulagem, e ter em mente que, se os sintomas persistirem, a suspensão do medicamento deve ser imediata e um médico deve ser procurado.

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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Mulheres são as maiores vítimas das varizes

Salto alto e pílula anticoncepcional não são mais os grandes vilões
O uso contínuo e prolongado de anticoncepcional, calça justa diariamente e salto sempre foram apontados como os vilões causadores das varizes. Mas, há controvérsias. O médico cirurgião vascular do Hospital São Vicente e professor da Universidade Federal do Paraná, Paulo Baggio, explica que esses podem ser alguns dos fatores, mas o principal motivo do problema é outro: a hereditariedade, que se passa de pais para filhos. “Normalmente, a pessoa já nasce com a predisposição a fragilidade do sistema venoso”, diz. “O anticoncepcional contribui para fragilizar as veias, os calçados de salto muito altos podem até exercer uma pequena influência, mas os fatores genético e hormonal é o que ditam se a pessoa terá o problema”, afirma o especialista.

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Menopausa x Andropausa

Com o passar do tempo ocorre um declínio natural da produção dos hormônios no organismo.  À essa queda denominamos “pausas”.
Em algumas pessoas podem ocorrer antes da idade esperada e, por isso, são chamadas de precoces. As mais conhecidas são a menopausa, andropausa e somatopausa.

De acordo com endocrinologista Claudio Ambrósio, com aperfeiçoamento em Endocrinologia e Metabolismo na Universidade de Harvard e professor convidado da Universidade da Califórnia, a somatopausa é a menos mencionada e consiste na queda dos níveis do GH (hormônio de crescimento), considerado muito importante na criança e no adolescente para o seu pleno desenvolvimento. “Na fase adulta é essencial para a manutenção de várias áreas do metabolismo, seja do homem ou da mulher. Sua ausência pode ocasionar vários problemas como perda da massa muscular e óssea, dificuldades no aprendizado, alterações do humor e níveis de energia, dentre outros”, afirma o especialista.

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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Agrotóxicos x Câncer

Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos
Na mesa do almoço, do jantar ou até mesmo no lanche das crianças, um dos vilões entre os causadores de câncer, os agrotóxicos, pode estar constantemente no dia a dia dos brasileiros. Isso porque o país é o maior consumidor mundial de agrotóxicos desde 2009, ano em que o país ultrapassou a marca de 1 milhão de toneladas dos produtos, o equivalente a um consumo médio de 5,2 kg de veneno agrícola por habitante, de acordo com documento técnico “Posicionamento público a respeito do uso de agrotóxicos”, elaborado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), no ano passado. Além disso, entre os anos de 2001 e 2008, a venda de agrotóxicos saltou de US$ 2 bilhões para mais de US$7 bilhões, alcançando valores recordes de US$ 8,5 bilhões em 2011.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

A prática do Tai Chi Chuan pode melhorar o diabetes

A tradicional arte marcial chinesa combina respiração profunda, movimentos suaves e total relaxamento. “A prática do Tai Chi Chuan pode proporcionar queda nos níveis de açúcar no sangue, além de um aumento na presença de células e substâncias químicas necessárias para um sistema imunológico saudável”, afirma a Professora Maria Angela Soci, Presidente da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan e Cultura Oriental (SBTCC).

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Vacinação contra dengue deve ser feita no inverno

Imunização reduz em dois terços os casos da doença e em 93% os casos graves mas, para ser eficaz, deve começar imediatamente. Casos da doença já cresceram 70% na capital carioca e quadruplicaram na região metropolitana[1] até agosto e meteorologia prevê aumento das chuvas no Sudeste e Centro-Oeste[2] a partir de setembro. Disponível desde julho nas clínicas particulares, a vacina é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Sociedade Brasileira de Imunologia para áreas em que a doença é endêmica. A imunização reduz em dois terços a possibilidade de contrair a doença e em 93% os casos graves. Sua eficácia sobe para 82% em caso de pessoas que já tiveram a doença, que são justamente aquelas mais suscetíveis de se tornarem casos graves. No Paraná, a vacina já está sendo oferecida na rede pública dos 30 municípios de maior incidência de dengue e outros estados estudam adotar a medida.

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